Meus favoritos de pele!

Oláaa! Mais um vídeo, yay! Dessa vez fiz um sobre meus favoritos para o rosto. Cuidar da pele é algo importante e, desde que comecei a cuidar melhor da minha, sinto diferença e me sinto mais confortável sem maquiagem. Contei aqui sobre demaquilante, sabonete facial, tônico, exfoliante, máscara e um plus.

Assiste aqui ❤

Produtos mencionados:

E aí, gostou? Espero que sim! Não esquece do joinha no vídeo pra ajudar ❤

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Você cortaria seu cabelo por uma boa ação? #doeCabelo #doeAmor

Olá gente bonita!

Hoje quero tratar de um assunto que já não é novidade: cortar o cabelo.

Mas o foco não é cortar “só as pontas” e muito menos a estética. O que quero focar aqui é a doação.

Mas doação de cabelo?! Sim! De cabelo.

Por volta de uns 2 anos atrás, comecei a ouvir falar sobre projetos de montagem e doações de perucas para mulheres com câncer, o que me fez começar a pensar um pouco na vida.

Todo mundo que me conhece sabe que sou muito vaidosa, daquelas a ponto de não sair de casa sem rímel e corretivo. Todo mundo também sabe que amo meu cabelo e que cuido muito bem dele (caso você ainda não tenha visto alguns posts sobre cabelo por aqui…). Quem me conhece há mais tempo sabe que amo cabelo comprido e que nunca deixaria o meu curto.

Mas acontece que depois de conhecer esses projetos, eu cortei. Justamente por ser muito vaidosa.

Acontece que os projetos me fizeram começar a pensar “e se eu tivesse câncer? E se meu cabelo também caísse todo?”. Por mais fútil que isso possa soar, meu cabelo é uma parte minha bem importante na minha vida. Me faz ser mais confiante, me sentir mais bonita. E se eu o perdesse?

Claro que existem mulheres que tem auto-estima suficiente para não se deixarem abalar pela falta de cabelo, o que é ótimo, porque toda mulher é linda de qualquer jeito. Mas para a maior parte delas, a perda dos cabelos é a pior parte do tratamento; ver o cabelo cair, não poder fazer nada e se sentir infeliz ao se olhar no espelho, sem feminilidade.

E é para isso que esses projetos foram criados. Esses projetos aceitam doações de cabelo para montar perucas e doar para essas mulheres (e crianças) para que elas possam recuperar sua auto-estima. E eu achei isso lindo. E resolvi doar. Porque eu sei que, por mais curto que meu cabelo tenha ficado, ele iria continuar crescendo e não iria cair. Por mais curto que ficasse, eu continuaria com meu cabelo.

Doei 30cm de cabelo. Fui disso:
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Para isso:
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E não me arrependo. Porque eu sei que ajudei a deixar uma mulher mais feliz, mesmo não sabendo quem seja. Porque, na verdade, não importa quem seja.

Isso já faz quase um ano, cortei em maio do ano passado, e ainda me sinto bem pelo que fiz. Afinal, cortar o cabelo é indolor e ele já cresceu por volta de seis dedos. Por que eu não doaria? E se fosse eu no lugar daquelas mulheres?

É o tipo de coisa que não dói e não vai te fazer falta. E provavelmente nem vai te custar nada, porque os projetos têm salões parceiros que dão desconto no corte para quem for doar ou até cortam de graça.

Além disso, é o tipo de coisa que com certeza vai te fazer bem. Você pode até não gostar da ideia de cortar o cabelo por gostar dele comprido, por não querer curto, etc. Mas pense: é melhor deixar ele curto para fazer o bem para alguém ou ser uma das mulheres que querem uma peruca porque perderam seus cabelos por uma doença?

Os projetos que conheço são:

Rapunzel Solidária (foi para onde doei) – mínimo de 15cm.

Caixa postal: 57007 CEP: 04089-972 São Paulo-SP

Cabelegria – mínimo de 20cm.

A/C Cabelegria
Avenida Parada Pinto, 3420, Bl. 06, Ap. 33
Vila Nova Cachoeirinha
São Paulo – SP
02611-001

Os dois projetos aceitam qualquer tipo de cabelo, inclusive com química. Ambos requerem que o cabelo esteja preso e seco e que seja enviado em um saco plástico.

Para mais infos sobre os projetos, é só clicar no link de cada um.

Doe também! Juro que não vai doer e que vai aquecer seu coraçãozinho.

#doeCabelo #doeAmor

Viajando por conta parte 2 – Documentação e passagem.

Vou começar o post logo assim:

PÁ!

Tô atrasada com isso, eu sei, mas pelo menos gravei um vídeo! ~aplausos~

Nessa segunda parte do Viajando por conta eu falo um pouco sobre a documentação para a viagem e a passagem aérea.

Resuminho do vídeo:

  • O que você precisa saber sobre a documentação
  • Como tirar passaporte e visto
  • Quais são as taxas
  • Como é tirar o visto
  • Quando comprar a passagem
  • Que companhia ir

Lembrando que todas as informações sobre o passaporte você tem aqui, sobre o visto americano estão aqui e comprei as passagem aéreas aqui.

E é isso! Logo logo vai ter outro vídeo sobre o hotel e o seguro viagem. Se inscreve lá no canal pra ser notificado de quando ele for ao ar! Não esquece do joinha no vídeo.

Beijão!

Playlist da (meio de) semana!

Alôoo! Como foi o Carnaval? Aqui ficamos só na Unidos do Ronron.

E pra voltar de bom humor pra vida pós-carnaval, vou montar minha primeira playlist do blog! São músicas que não são ~lançou hoje~ e que vivem tocando por aí.

A primeira é a música (atual) da minha vida: Taylor Swift ryca ahazadora destrói as inimigas tiroteio na fila da pipoca correria na pracinha (melhores expressões do universo by Vivian) destruindo com Blank Space. Já não é mais uma música tão nova, mas sou viciada nela! Toda vez que toca na rádio aumento o volume e meu namorado me odeia hahaha.

Aqui vai uma dose dupla: Maroon 5 é vida. Amo, vivo ouvindo e se pudesse casava (mentirinha, tá bê?).

Outra que amo pra vida é Uptown Funk do Mark Ronson com o Bruno Mars. Achei mutcho legal pelo fato de soar mais antiguinha, sabe? É bem diferente do que estamos acostumados a ouvir por aí. E gruda demais na cabeça.

Também tem a Meghan Trainor de musiquinha nova <3. Tô na vibe de músicas mais animadinhas. De deprê já basta a vida (ai que horror hahaha). Não sei se é conhecida por aqui, porque acabo ouvindo mais rádio canadense graças ao meu namorado do que brasileira. Mas acho que é.

Por último tem a Something Big, do Shawn Mendes. Quem me apresentou ela foi meu namorado (obrigada <3) e o refrão também gruda muito! Essa também não sei se é conhecida por aqui, mas amo.

E essa foi a playlist curtinha da semana! Espero que ajude a dar uma animada no pós-feriado. Força que logo já é final de semana de novo!

Beijão ❤

 

Você sabe lavar seu cabelo?

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Oláa! Hoje tem mais um post sobre cabelos! Dessa vez falando sobre a lavagem que, para mim, é a parte mais importante do processo de cuidados.

Lavar os cabelos parece algo fácil, não? Você molha o cabelo, taca um monte de shampoo, espalha nele inteiro e enxágua. Certo? Não. Fazendo isso, você, além de não limpar direito o cabelo, ainda ajuda a danificá-lo. 

Shampoo é uma coisa complicada. A maioria deles é composto por muito sulfato, que é um detergente utilizado para remover bem os resíduos do cabelo e dissolver os petrolatos e outros ingredientes insolúveis que estão na maioria dos condicionadores e máscaras. Sendo assim, ele agride o cabelo e retira parte (se não toda) da oleosidade natural do cabelo. Por isso, ele não pode ser utilizado em todo o comprimento, apenas na raiz, e em bem pouca quantidade.

Então, vamos por partes:

1. Molhe bem o cabelo. Se seu cabelo for muito ressecado, passe um óleo nas pontas por volta de 5 minutos antes de molhar. Isso vai proteger mais as pontas da agressão do shampoo.

2. Coloque bem pouca quantidade na palma das mãos, no máximo uma moeda de 1 real. Aplique apenas no couro cabeludo bem ensopado para que o shampoo se dilua. Não ache que é a quantidade de shampoo ou de espuma que vai limpar. Não aplique o shampoo nas pontas!

3. Massageie BEM o couro cabeludo apenas com as pontas dos dedos. Não passe a unha de forma alguma mas também não faça carinho no cabelo. Aplique uma certa força apenas nas pontas dos dedos. Faça movimentos curtos, circulares, como uma massagem. Não passe shampoo no comprimento! O cabelo tem uma oleosidade natural que nutre os fios, e esse óleo vai em menor quantidade para as pontas, já que não é produzido ali. Se seu cabelo é cacheado, tem menos oleosidade ainda nas pontas já que a estrutura do fio não permite um caminho fácil até lá. Passar shampoo nas pontas e esfregar vai retirar essa nutrição natural e ressecar ainda mais o cabelo.

4. Enxágue bem e, se necessário, repita o processo. Deixe que a água com o shampoo escorra para as pontas; isso será suficiente para limpá-las. Depois disso, retire o excesso de água e passe condicionador ou alguma etapa do CC.

Dicas: Por mais comprido que seja seu cabelo, não passe o vidro todo de shampoo de uma vez e não passe shampoo nas pontas (já falei mil vezes, mas é só pra garantir). Acredite: não é a espuma que vai limpar o cabelo, é a forma que você massageia. Também não esfregue as pontas do cabelo entre as palmas das mãos; você corre o risco de fazer os fios arrebentarem ou criar vários nós.

Ah! E não é porque está escrito sem sal na embalagem que ele não tem sulfato, tá? Ele só não tem Cloreto de Sódio, que diminui o efeito de alisamentos etc.

Lembrando que esse é o modo que mais deu certo para mim e que menos danifica os fios. Lembrando também que não sou nenhuma profissional; estou aqui só pra compartilhar o que pesquiso, o que testo e que para mim dá certo.

Bônus: a lavagem não precisa ser feita necessariamente com shampoos normais cheios de sulfato. Você pode aderir ao no/low poo, que utiliza pouco ou nenhum sulfato. Nunca testei, então não posso dizer muito sobre o assunto. Se quiser saber mais, pode dar uma olhada aqui.

Aqui vai uma lista com os sulfatos presentes nos produtos para cabelos, caso você queira se livrar deles:

  • Sodium Lauril Sulfate (Sodium Lauryl Sulfate – SLS) – Lauril Sulfato de Sódio;
  • Sodium Laureth Sulfate (Sodium Lauryl Ether Sulfate – SLES) – Lauril Éter Sulfato de Sódio;
  • Ammonium Laureth Sulfate (ALES) – Lauril Éter Sulfato de Amônio;
  • Ammonium Lauryl Sulfate (ALS) – (Lauril Sulfato de Amônio ou Dodecil Sulfato de Amônio);
  • Sodium Trideceth Sulfate (também comercializado como Sulfato de Sódio Polioxietileno Tridecil; Sulfato de Sódio Éter Tridecilico; Sódio Tridecil Trioxietil Sulfato);
  • Sodium Myreth Sulfate (Miristil Éter Sulfato de Sódio);
  • Sodium Coco/Cocoyl Sulfate (Sulfato de Sódio Coco);
  • Sulfonato de Sódio Olefina C14-16 (C14-16 Olefin Sulfonate);
  • TEA Lauril Sulfato (TEA Lauryl Sulfate);
  • TEA Dodecilbenzenosulfonato;
  • Sodium Cocoyl Glycinate;
  • Alquilbenzeno Sulfonato de Sódio (Sodium Alkylbenzene Sulfonate);
  • Ammonium Xylene Sulfonate;
  • Methyl Cocoyl / Lauril Taurate;
  • Sodium Xylene Sulfonate;
  • Dioctyl Sodium Sulfoccinate;
  • Sodium Cocyl Isethionate;
  • Sodium Lauryl Sulfoacetate;
  • Sodium Lauryl Glucose Carboxylate;
  • Sodium Socoyl / Lauryl / Lauroyl Sarcosinate;
  • Ehtyl PEG-15 Cocamine Sulfate.

Então, é isso! Espero que tenha ajudado! Qualquer dúvida, pode deixar nos comentários 🙂

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Adote, não compre.

Processed with VSCOcam with g3 presetDe uns anos para cá, sinto que mudei muito. Sinto que saí de uma bolha de senso comum, e que agora penso com menos influências. Uma das coisas que para mim era super normal e hoje acho absurdo é comprar um animal de estimação. Não sei porque as pessoas acham isso algo normal, na verdade. Por que seria normal pagar por uma vida, como se fosse um objeto? Também achava normal e fofo ter passarinhos. Por que é normal prender um animal que foi feito para voar, um ser muito mais livre do que nós, em uma gaiola? Achava normal porque é o que a maioria pensa. O mundo menospreza demais a vida de um animalzinho, e para muitos é só mais um item de decoração, não uma vida, que também sente.

Eu já tive uma gata comprada. Na época eu era bem pequena, tinha uns 8 anos, e claro que não passou na minha cabeça que aquilo era errado. Eu a amava muito, e também sofri muito quando a perdi. No meio disso, conheci várias ONGs de proteção animal e, dentre elas, a Catland. Sempre amei animais, principalmente gatos, e a ideia de um lugar que resgatava animais das ruas e que você poderia visitar, era maravilhosa. Sempre tive peso na consciência por não ajudar nenhuma dessas ONGs, e o meio que encontrei de ajudar foi adotar um gatinho, dando amor e carinho, e também mais um espaço para que eles pudessem salvar a vida de mais um bichinho.

O sentimento que tive ao escolhê-lo e ver a felicidade das voluntárias ao parabenizá-lo, como se ele tivesse ganho na loteria, é indescritível. É indescritível o sentimento de ouvir alguém te dizer que você acabou de salvar uma vida. É indescritível o que eu sinto quando olho para ele e penso que ele agora tem a própria casa, com sua própria comida, seus próprios donos e saber que ele não corre mais o risco de ser judiado nas ruas, envenenado, atropelado.

Adotar um animal foi possivelmente a melhor ação que já tive na vida. E o melhor de tudo é que não foi só uma boa ação para uma outra vida; foi para mim mesma também. Amor não se compra. Claro que você vai amar um animal que comprar, e o animal vai te amar de volta. Mas amor não tem preço. O que você prefere: saber que salvou uma vida ou saber que ajudou a alimentar um comércio que muitas vezes é cruel? Um animal de rua é tão lindo quanto qualquer gato ou cachorro de 5 mil reais. Todos tem a mesma pureza. Todos tem o mesmo amor para dar.

Adotar é amor. É mudar duas vidas: a sua e a dele.

E você, acha que uma vida tem preço?

Viajando por conta: quer pagar quanto? – parte 1

ALÔOO!

Esses dias eu estava pensando na minha viagem de Dezembro, e pensei em como eu queria que alguém tivesse feito um resumo de como faz para viajar por conta (sem agência de viagem), quais são os gastos, quanto vai mais ou menos em cada coisa, etc. Então eu resolvi montar o meu, porque… por que não? Vou fazer então um post por semana bem explicadinho de cada tópico. Hoje vou fazer um resumão.

Eu já viajei por conta duas vezes. Na primeira vez, nunca tinha ido pra fora do país, e a primeira ideia foi ir até uma agência ver quanto seria a viagem. Era um absurdo. Desistimos na hora. Éramos só eu e minha mãe, sem experiência nenhuma e sem ninguém pra ajudar. Foi aí que começamos a ver os preços de cada coisa necessária, e percebemos que sairia bem mais em conta.

Basicamente, você vai precisar de 2 coisas: a passagem aérea e o hotel. Dependendo pra onde você for, também vai precisar de um carro. Então vamos por partes:

Primeiro de tuuuuudo: a documentação. Se você for pra fora do país (que não seja na América do Sul), você vai precisar de um passaporte, de um visto (dependendo do destino), e, se você for menor de idade, de uma autorização. O passaporte custa R$ 156,07 e do (visto americano) $160. A autorização para menores tem que estar preenchida e com firma reconhecida.

Depois da documentação, você tem que saber pra onde e quando quer ir, e aí comprar a passagem. O valor pode variar de acordo com a época do ano, e tem que ser comprada com bastante antecedência (tipo uns 10 meses) pra não correr o risco de ficar sem ou pagar absurdamente caro. Normalmente, quanto mais perto da viagem, mais alto o valor da passagem. Aí você escolhe a classe que vai, se vai em voo com conexão ou não e a companhia aérea. Nas duas vezes eu fui pela que estava mais em conta, com conexão, que geralmente é mais barato. Na primeira vez fui a Aeroméxico (conexão de 3 horas na Cidade do México) e na segunda fui de Gol (conexão de 1 hora em Santo Domingo). Nas duas vezes, paguei por volta de 3 mil reais a passagem (ida e volta). Se você não quer se cansar tanto, recomendo pagar um pouco mais e ir em um voo direto. Conexão aumenta o tempo da viagem e dependendo da companhia você terá que pegar suas malas e refazer o check-in.

Em seguida vem o hotel. É algo que tem que ser muito bem pesquisado para não correr o risco de ficar em um lugar péssimo. Existem várias opções, e depende do quanto você está disposto a pagar. Os mais baratinhos costumam ter muito pouca segurança (pelo menos nos EUA) por serem muito abertos; as portas dos quartos ficam viradas para a rua, e não para dentro do hotel. Qualquer um terá acesso à sua porta, o que é um risco, considerando que ela pode ser arrombada. Também existem os resorts, que podem acabar te custando BEM caro, em torno de 8 mil reais, dependendo do nível do lugar e que eu não acho que valha a pena. Fiquei no mesmo hotel nas duas vezes que fui, com cofre, quartos para dentro do hotel, acesso irrestrito apenas pela entrada principal, wifi gratuito (quem não quer?), microondas, etc. Lá tem até locadora de carros caso você não queira sair do aeroporto com um já alugado. O hotel é o Best Western Orlando Gateway, e fica por volta de R$3500.

Também tem o seguro viagem, que é como se fosse o plano de saúde daqui, mas é internacional e vai cobrir médicos, hospitais e, dependendo do seguro, translado em caso de doença, etc. Vejo muita gente falando que é desnecessário, que você não usa, que não quer gastar com isso, mas, fia, vai por mim: É MUITO NECESSÁRIO MESMO NA SUA VIDA, em caps lock pra gravar bem. Imagina você fica doente e não sabe o que fazer, pra onde correr, ta passando super mal? Foi mais ou menos o que aconteceu comigo dessa vez. Cheguei lá com sintomas de infecção urinária, e dois dias depois liguei pro seguro pra me encaminharem pra um hospital. Era mesmo infecção e precisei tomar antibióticos. Agora, imagina se eu não tivesse seguro? Saúde é algo bem caro nos EUA, e não ia ser legal ter essa despesa. Então, vai por mim: contrata SIM um seguro, porque vai que, né. Fui as duas vezes pela Mondial, e deu uns R$190 por pessoa.

Dependendo do destino, você também vai precisar de um carro pra se locomover. Em Orlando, táxis são caros e os ônibus são com linhas restritas e demoradas. Tudo lá é longe, principalmente se você ficar em um resort do complexo Disney (que, aliás, fica em Kissimmee, não Orlando). Se você for fazer compras então (o que obviamente você vai fazer), aí sim você vai precisar de um para carregar as coisas. Para chegar nos parques pode não ser necessário o carro, já que vários hotéis tem serviço de shuttle, um transporte que te leva aos parques. Da última vez era só eu e minha mãe, e um carro sedã foi suficiente. Dessa vez, com meu namorado junto, precisamos alugar uma SUV, tipo uma mini van para caber todas as malas. Alugamos na Álamo e retiramos o carro lá no aeroporto mesmo, e ficou por volta de 3 mil reais.

Também tem a alimentação. No hotel que ficamos não tinha café da manhã incluso, e das duas vezes compramos pão, margarina, leite e café no Walmart (ou Target, ou Walgreens, ou o que vender comida), guardamos no frigobar, esquentamos no microondas e era esse nosso café. Caso você fique em um hotel com café incluso, não terá esse gasto. Você também pode optar por tomar café fora todos os dias no Starbucks, Dunkin Donuts e Ihop. Como passávamos o dia todo fora do hotel, o almoço e jantar acabavam sendo o que encontrávamos na hora da fome. Acho um pouco difícil conseguir se alimentar bem por lá todos os dias, já que principalmente nos parques você acaba perdendo noção do tempo e quando vê quer comer o que tiver na frente. Então acabava sendo lanche mesmo, ou qualquer comida rápida. Não tínhamos um horário fixo para comer, só na hora da fome mesmo. Em dias que não tivemos o que fazer de noite, fomos no Pizza Hutt, Olive Garden e Chef Mickey’s. A média por dia fica em torno de $4o, sem café incluso. Caso você queira ir em alguma refeição diferente, em resort ou com personagens, o valor aumenta. Será mais ou menos esse valor para apenas essa refeição.

Em Orlando (Orlando não, Kissimmee), tem o motivo da maior parte das pessoas terem vontade de ir para lá: a Disney. Ir para lá foi a realização do meu sonho de criança de ver o castelo, conhecer o Mickey que eu via nos filmes. E para conhecê-lo foi preciso pagar para entrar no parque. No total, fui em 6 parques: Magic Kingdom, Hollywood Studios (Disney, por que tirar o chapéu de lá?!), Epcot, Universal Studios, Island of Adventure e Busch Gardens (da última vez, fui ainda no Animal Kingdom – que dessa vez consideramos desnecessário – e no Sea World no lugar do Busch Gardens). Comprei os ingressos pela Tam, e ficou em R$1500, contando 4 dias Disney, 1 dia Busch Gardens e 2 dias Universal park-to-park. Esse valor vai depender de quais parques você quer visitar, então pesquise os de seu interesse e o valor de cada um.

Por fim, você vai querer ter dinheiro $$$$ para gastar por lá. Acredite em mim: quando você entrar na Ulta, na loja da Disney e na Forever 21 você vai saber do que estou falando. Lá as coisas são bem baratas, ou pelo menos bem mais baratas do que aqui, então não é preciso MUITO dinheiro para fazer um bom estrago por lá. Eu fui em Dezembro do ano passado, comprei a passagem em Março, e desde então comecei a guardar dinheiro. No total, juntei $2000, e deu pra fazer um bom estrago, principalmente em cosmético. Se você estiver BEM dura, esse valor dá pra sobreviver por lá 15 dias, se alimentando e ainda comprando algumas coisas. Eu não banquei minha comida, então o que eu levei serviu para comprar minhas coisas.

Então, você vai gastar mais ou menos uns R$15 mil, incluso despesas de alimentação e dinheiro para gastar lá. Não é barato, mas sai mais barato do que em uma agência, que cobra um pouco menos que isso sem incluir alimentação todos os dias, dinheiro para compras e te prendendo à agenda deles. O valor também diminui se você for com mais pessoas, porque aí pode dividir hotel e carro. Também não será pago tudo de uma vez, claro, mas eu explico melhor nos posts quando você deve procurar por cada coisa.

E é isso aí! Espero ter ajudado um pouquinho que seja, qualquer dúvida pode deixar nos comentários, e quarta que vem eu falo mais sobre a documentação!

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