Controlando o cofrinho.

 

 

 

fonte: weheartit

Gastar é bom, né? Mas chega uma hora na vida que queremos gastar menos e guardar um pouquinho, seja para viajar, para comprar algo ou só para ter uma reserva – o que, para mim, é super importante.

Mas nem sempre é fácil fazer isso! Nem todo mês consigo guardar a quantia que quero, mas sempre gosto de ter uma quantia reservadinha. Meus pais me ensinaram a valorizar o que tenho e a não sair rasgando dinheiro loucamente, então cresci com um pouco de dó de gastar hahaha. Mas como aprender a controlar o cofrinho?

Em primeiro lugar, caso você tenha um salário/mesada fixo, tenha uma meta para guardar por mês. A quantia depende do quanto você recebe e dos seus gastos necessários. Mas, por menos que seja, isso já vai te ajudar a se controlar, já que, antes de comprar algo, você vai lembrar que precisa guardar um valor X e não vai gastar todo seu dinheiro.

Além disso, pense uma, duas, três, cinquenta vezes antes de comprar algo. Você realmente precisa daquilo? O dinheiro não vai te fazer falta e não vai fazer com que seu orçamento exploda? Não precisa deixar de comprar toda e qualquer coisa para sempre ou deixar de sair o mês todo, mas também não precisa sair comprando a Sephora inteira e sair para balada toda sexta e sábado.

Mantenha seus gastos organizados. Sempre que comprar algo, anote em algum lugar; principalmente se for no cartão de crédito. Isso vai fazer com que você saiba exatamente o que gastou e o quanto você ainda tem. Deixe isso em algum lugar visível, onde você sempre lembre de marcar e sempre lembre o quanto sobrou.

Caso você esteja guardando dinheiro por algum motivo, deixe algo que remeta àquilo onde você possa ver o tempo todo. Pode ser uma foto na parede, no celular ou no fundo de tela do computador. Assim, você vai ver seu objetivo o tempo todo e não vai perder o foco.

Caso seu dinheiro seja em papel, e não no cartão, é legal manter um cofrinho ou algo customizado com o nome do seu objetivo, como daqueles que vemos no Pinterest. Desse modo o dinheiro fica guardadinho de um jeito criativo e você não fica tentado a gastar, já que não vai ficar na sua carteira dando sopa.

Se ele estiver em uma conta, transfira o que sobrou no final do mês para uma conta poupança e deixe o cartão escondidinho, fora da carteira. Fazendo isso, fica como se o dinheiro não existisse e você não tem como gastar. Mas não vale ficar pegando o cartão! Também vale pedir para alguém – pai, mãe, irmão, namorado(a) – ficar com o cartão e não te contar onde está. Aí sim não vai ter como gastar!

Por último e mais importante: não deixe de viver para que tenha mais dinheiro. Não deixe de aproveitar a vida; ela é curta e você não sabe o dia de amanhã. A chave é sempre ter moderação 🙂

 

Manhê! Me dá um bichinho?!

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Já comentei por aqui que adotei um gatinho. Mas não contei todas as decisões que precisei tomar para isso. As vezes queremos tanto um animalzinho que esquecemos de tudo que ele demanda e que nem tudo são ronrons e lambidas, por isso, você deve considerar os seguintes pontos:

Você tem tempo suficiente para dar a atenção necessária?

Um bichinho vai demandar bastante do seu tempo, principalmente se for um cachorro. Você vai precisar dar amor e carinho para ele não se sentir abandonado, vai precisar alimentar, dar banho, levar no veterinário, dar remédios, limpar as sujeiras, e brincar. Ter um pet não é só comprar/adotar, dar comida e deixar ele lá. É uma vida que precisa de muitos cuidados, e você tem que pensar seriamente nisso antes de querer um. Pet sem atenção é um pet infeliz.

Você tem dinheiro disponível para isso?

Não adianta, por mais que o animal seja adotado, vai dar bastante gasto. Como já mencionei, precisa dar comida (da melhor qualidade possível, claro), levar no veterinário, dar remédios, banho etc. Não sai barato, e é preciso pensar se você vai ter dinheiro disponível para isso, para que não falte nada para o bichinho. E não adianta dar qualquer comida (e usar qualquer areia, se for um gato) não. Pense que, quanto mais alta a qualidade da ração, maior será a imunidade dele. Fora o veterinário, que você vai ter que levar várias vezes para dar vacina; sem contar quando o pet ficar doente (porque eventualmente vai ficar) e você tiver que gastar com o tratamento. E não se esqueça que um gato/cachorro vive em média 14 anos. É um gasto por bastante tempo. E não vá ser mão de vaca com ele. Ele merece tudo do bom e do melhor. Não adote, em hipótese alguma, se você não tiver condições de dar uma vida decente à ele.

Você tem alergia?

Querendo ou não, é um ponto bem importante. Você precisa saber se tem alergia ao bichinho ou não. Por favor, não vá pegar um, descobrir que tem alergia e depois abandonar. Não seja esse tipo de monstro.

Você tem paciência suficiente?

Coloque na sua cabeça desde já que, qualquer animal que seja, ele será irracional e não vai te entender exatamente como você quer. Provavelmente ele vai fazer uma caquinha de vez em quando ou estragar algo. Você tem que ter paciência suficiente para ir treinando o pet e para não repreendê-lo da forma errada. Nunca grite ou bata no bichinho (ou em qualquer coisa viva, né); isso só vai fazer com que ele tenha medo de você, não respeito.

Você tem emocional para isso?

As vezes, os bichinhos ficam doentes – e isso vai quebrar seu coraçãozinho. Pense que você talvez precise ver o animalzinho fazendo exames, tomando remédios, entre outras coisas. Também não se esqueça de que uma hora ele vai partir para o paraíso das patinhas. Para mim, é algo a ser levado em consideração, já que não é fácil perder alguém.

Pensou em tudo isso, respondeu sim, e ainda quer um? Então se joga! Vá até a ONG/pet shop mais próximo e tenha o melhor amigo do mundo. Ter um animalzinho faz bem pra alma e pro coração, qualquer um que seja! Tenho certeza que você vai descobrir o amor mais puro do mundo. ❤

DICAS DE ONG’s:

Sei que nem todo mundo quer adotar e que alguns dos pets (como coelho e hamster) são comprados mesmo. Mas aqui vai algumas ONG’s que adoro o trabalho.

Catland rescue – São Paulo (gatos)

Adote um gatinho – São Paulo (gatos)

GAVAA – Campinas (gatos e cachorros)

Você cortaria seu cabelo por uma boa ação? #doeCabelo #doeAmor

Olá gente bonita!

Hoje quero tratar de um assunto que já não é novidade: cortar o cabelo.

Mas o foco não é cortar “só as pontas” e muito menos a estética. O que quero focar aqui é a doação.

Mas doação de cabelo?! Sim! De cabelo.

Por volta de uns 2 anos atrás, comecei a ouvir falar sobre projetos de montagem e doações de perucas para mulheres com câncer, o que me fez começar a pensar um pouco na vida.

Todo mundo que me conhece sabe que sou muito vaidosa, daquelas a ponto de não sair de casa sem rímel e corretivo. Todo mundo também sabe que amo meu cabelo e que cuido muito bem dele (caso você ainda não tenha visto alguns posts sobre cabelo por aqui…). Quem me conhece há mais tempo sabe que amo cabelo comprido e que nunca deixaria o meu curto.

Mas acontece que depois de conhecer esses projetos, eu cortei. Justamente por ser muito vaidosa.

Acontece que os projetos me fizeram começar a pensar “e se eu tivesse câncer? E se meu cabelo também caísse todo?”. Por mais fútil que isso possa soar, meu cabelo é uma parte minha bem importante na minha vida. Me faz ser mais confiante, me sentir mais bonita. E se eu o perdesse?

Claro que existem mulheres que tem auto-estima suficiente para não se deixarem abalar pela falta de cabelo, o que é ótimo, porque toda mulher é linda de qualquer jeito. Mas para a maior parte delas, a perda dos cabelos é a pior parte do tratamento; ver o cabelo cair, não poder fazer nada e se sentir infeliz ao se olhar no espelho, sem feminilidade.

E é para isso que esses projetos foram criados. Esses projetos aceitam doações de cabelo para montar perucas e doar para essas mulheres (e crianças) para que elas possam recuperar sua auto-estima. E eu achei isso lindo. E resolvi doar. Porque eu sei que, por mais curto que meu cabelo tenha ficado, ele iria continuar crescendo e não iria cair. Por mais curto que ficasse, eu continuaria com meu cabelo.

Doei 30cm de cabelo. Fui disso:
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Para isso:
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E não me arrependo. Porque eu sei que ajudei a deixar uma mulher mais feliz, mesmo não sabendo quem seja. Porque, na verdade, não importa quem seja.

Isso já faz quase um ano, cortei em maio do ano passado, e ainda me sinto bem pelo que fiz. Afinal, cortar o cabelo é indolor e ele já cresceu por volta de seis dedos. Por que eu não doaria? E se fosse eu no lugar daquelas mulheres?

É o tipo de coisa que não dói e não vai te fazer falta. E provavelmente nem vai te custar nada, porque os projetos têm salões parceiros que dão desconto no corte para quem for doar ou até cortam de graça.

Além disso, é o tipo de coisa que com certeza vai te fazer bem. Você pode até não gostar da ideia de cortar o cabelo por gostar dele comprido, por não querer curto, etc. Mas pense: é melhor deixar ele curto para fazer o bem para alguém ou ser uma das mulheres que querem uma peruca porque perderam seus cabelos por uma doença?

Os projetos que conheço são:

Rapunzel Solidária (foi para onde doei) – mínimo de 15cm.

Caixa postal: 57007 CEP: 04089-972 São Paulo-SP

Cabelegria – mínimo de 20cm.

A/C Cabelegria
Avenida Parada Pinto, 3420, Bl. 06, Ap. 33
Vila Nova Cachoeirinha
São Paulo – SP
02611-001

Os dois projetos aceitam qualquer tipo de cabelo, inclusive com química. Ambos requerem que o cabelo esteja preso e seco e que seja enviado em um saco plástico.

Para mais infos sobre os projetos, é só clicar no link de cada um.

Doe também! Juro que não vai doer e que vai aquecer seu coraçãozinho.

#doeCabelo #doeAmor

Adote, não compre.

Processed with VSCOcam with g3 presetDe uns anos para cá, sinto que mudei muito. Sinto que saí de uma bolha de senso comum, e que agora penso com menos influências. Uma das coisas que para mim era super normal e hoje acho absurdo é comprar um animal de estimação. Não sei porque as pessoas acham isso algo normal, na verdade. Por que seria normal pagar por uma vida, como se fosse um objeto? Também achava normal e fofo ter passarinhos. Por que é normal prender um animal que foi feito para voar, um ser muito mais livre do que nós, em uma gaiola? Achava normal porque é o que a maioria pensa. O mundo menospreza demais a vida de um animalzinho, e para muitos é só mais um item de decoração, não uma vida, que também sente.

Eu já tive uma gata comprada. Na época eu era bem pequena, tinha uns 8 anos, e claro que não passou na minha cabeça que aquilo era errado. Eu a amava muito, e também sofri muito quando a perdi. No meio disso, conheci várias ONGs de proteção animal e, dentre elas, a Catland. Sempre amei animais, principalmente gatos, e a ideia de um lugar que resgatava animais das ruas e que você poderia visitar, era maravilhosa. Sempre tive peso na consciência por não ajudar nenhuma dessas ONGs, e o meio que encontrei de ajudar foi adotar um gatinho, dando amor e carinho, e também mais um espaço para que eles pudessem salvar a vida de mais um bichinho.

O sentimento que tive ao escolhê-lo e ver a felicidade das voluntárias ao parabenizá-lo, como se ele tivesse ganho na loteria, é indescritível. É indescritível o sentimento de ouvir alguém te dizer que você acabou de salvar uma vida. É indescritível o que eu sinto quando olho para ele e penso que ele agora tem a própria casa, com sua própria comida, seus próprios donos e saber que ele não corre mais o risco de ser judiado nas ruas, envenenado, atropelado.

Adotar um animal foi possivelmente a melhor ação que já tive na vida. E o melhor de tudo é que não foi só uma boa ação para uma outra vida; foi para mim mesma também. Amor não se compra. Claro que você vai amar um animal que comprar, e o animal vai te amar de volta. Mas amor não tem preço. O que você prefere: saber que salvou uma vida ou saber que ajudou a alimentar um comércio que muitas vezes é cruel? Um animal de rua é tão lindo quanto qualquer gato ou cachorro de 5 mil reais. Todos tem a mesma pureza. Todos tem o mesmo amor para dar.

Adotar é amor. É mudar duas vidas: a sua e a dele.

E você, acha que uma vida tem preço?

Viajando por conta: quer pagar quanto? – parte 1

ALÔOO!

Esses dias eu estava pensando na minha viagem de Dezembro, e pensei em como eu queria que alguém tivesse feito um resumo de como faz para viajar por conta (sem agência de viagem), quais são os gastos, quanto vai mais ou menos em cada coisa, etc. Então eu resolvi montar o meu, porque… por que não? Vou fazer então um post por semana bem explicadinho de cada tópico. Hoje vou fazer um resumão.

Eu já viajei por conta duas vezes. Na primeira vez, nunca tinha ido pra fora do país, e a primeira ideia foi ir até uma agência ver quanto seria a viagem. Era um absurdo. Desistimos na hora. Éramos só eu e minha mãe, sem experiência nenhuma e sem ninguém pra ajudar. Foi aí que começamos a ver os preços de cada coisa necessária, e percebemos que sairia bem mais em conta.

Basicamente, você vai precisar de 2 coisas: a passagem aérea e o hotel. Dependendo pra onde você for, também vai precisar de um carro. Então vamos por partes:

Primeiro de tuuuuudo: a documentação. Se você for pra fora do país (que não seja na América do Sul), você vai precisar de um passaporte, de um visto (dependendo do destino), e, se você for menor de idade, de uma autorização. O passaporte custa R$ 156,07 e do (visto americano) $160. A autorização para menores tem que estar preenchida e com firma reconhecida.

Depois da documentação, você tem que saber pra onde e quando quer ir, e aí comprar a passagem. O valor pode variar de acordo com a época do ano, e tem que ser comprada com bastante antecedência (tipo uns 10 meses) pra não correr o risco de ficar sem ou pagar absurdamente caro. Normalmente, quanto mais perto da viagem, mais alto o valor da passagem. Aí você escolhe a classe que vai, se vai em voo com conexão ou não e a companhia aérea. Nas duas vezes eu fui pela que estava mais em conta, com conexão, que geralmente é mais barato. Na primeira vez fui a Aeroméxico (conexão de 3 horas na Cidade do México) e na segunda fui de Gol (conexão de 1 hora em Santo Domingo). Nas duas vezes, paguei por volta de 3 mil reais a passagem (ida e volta). Se você não quer se cansar tanto, recomendo pagar um pouco mais e ir em um voo direto. Conexão aumenta o tempo da viagem e dependendo da companhia você terá que pegar suas malas e refazer o check-in.

Em seguida vem o hotel. É algo que tem que ser muito bem pesquisado para não correr o risco de ficar em um lugar péssimo. Existem várias opções, e depende do quanto você está disposto a pagar. Os mais baratinhos costumam ter muito pouca segurança (pelo menos nos EUA) por serem muito abertos; as portas dos quartos ficam viradas para a rua, e não para dentro do hotel. Qualquer um terá acesso à sua porta, o que é um risco, considerando que ela pode ser arrombada. Também existem os resorts, que podem acabar te custando BEM caro, em torno de 8 mil reais, dependendo do nível do lugar e que eu não acho que valha a pena. Fiquei no mesmo hotel nas duas vezes que fui, com cofre, quartos para dentro do hotel, acesso irrestrito apenas pela entrada principal, wifi gratuito (quem não quer?), microondas, etc. Lá tem até locadora de carros caso você não queira sair do aeroporto com um já alugado. O hotel é o Best Western Orlando Gateway, e fica por volta de R$3500.

Também tem o seguro viagem, que é como se fosse o plano de saúde daqui, mas é internacional e vai cobrir médicos, hospitais e, dependendo do seguro, translado em caso de doença, etc. Vejo muita gente falando que é desnecessário, que você não usa, que não quer gastar com isso, mas, fia, vai por mim: É MUITO NECESSÁRIO MESMO NA SUA VIDA, em caps lock pra gravar bem. Imagina você fica doente e não sabe o que fazer, pra onde correr, ta passando super mal? Foi mais ou menos o que aconteceu comigo dessa vez. Cheguei lá com sintomas de infecção urinária, e dois dias depois liguei pro seguro pra me encaminharem pra um hospital. Era mesmo infecção e precisei tomar antibióticos. Agora, imagina se eu não tivesse seguro? Saúde é algo bem caro nos EUA, e não ia ser legal ter essa despesa. Então, vai por mim: contrata SIM um seguro, porque vai que, né. Fui as duas vezes pela Mondial, e deu uns R$190 por pessoa.

Dependendo do destino, você também vai precisar de um carro pra se locomover. Em Orlando, táxis são caros e os ônibus são com linhas restritas e demoradas. Tudo lá é longe, principalmente se você ficar em um resort do complexo Disney (que, aliás, fica em Kissimmee, não Orlando). Se você for fazer compras então (o que obviamente você vai fazer), aí sim você vai precisar de um para carregar as coisas. Para chegar nos parques pode não ser necessário o carro, já que vários hotéis tem serviço de shuttle, um transporte que te leva aos parques. Da última vez era só eu e minha mãe, e um carro sedã foi suficiente. Dessa vez, com meu namorado junto, precisamos alugar uma SUV, tipo uma mini van para caber todas as malas. Alugamos na Álamo e retiramos o carro lá no aeroporto mesmo, e ficou por volta de 3 mil reais.

Também tem a alimentação. No hotel que ficamos não tinha café da manhã incluso, e das duas vezes compramos pão, margarina, leite e café no Walmart (ou Target, ou Walgreens, ou o que vender comida), guardamos no frigobar, esquentamos no microondas e era esse nosso café. Caso você fique em um hotel com café incluso, não terá esse gasto. Você também pode optar por tomar café fora todos os dias no Starbucks, Dunkin Donuts e Ihop. Como passávamos o dia todo fora do hotel, o almoço e jantar acabavam sendo o que encontrávamos na hora da fome. Acho um pouco difícil conseguir se alimentar bem por lá todos os dias, já que principalmente nos parques você acaba perdendo noção do tempo e quando vê quer comer o que tiver na frente. Então acabava sendo lanche mesmo, ou qualquer comida rápida. Não tínhamos um horário fixo para comer, só na hora da fome mesmo. Em dias que não tivemos o que fazer de noite, fomos no Pizza Hutt, Olive Garden e Chef Mickey’s. A média por dia fica em torno de $4o, sem café incluso. Caso você queira ir em alguma refeição diferente, em resort ou com personagens, o valor aumenta. Será mais ou menos esse valor para apenas essa refeição.

Em Orlando (Orlando não, Kissimmee), tem o motivo da maior parte das pessoas terem vontade de ir para lá: a Disney. Ir para lá foi a realização do meu sonho de criança de ver o castelo, conhecer o Mickey que eu via nos filmes. E para conhecê-lo foi preciso pagar para entrar no parque. No total, fui em 6 parques: Magic Kingdom, Hollywood Studios (Disney, por que tirar o chapéu de lá?!), Epcot, Universal Studios, Island of Adventure e Busch Gardens (da última vez, fui ainda no Animal Kingdom – que dessa vez consideramos desnecessário – e no Sea World no lugar do Busch Gardens). Comprei os ingressos pela Tam, e ficou em R$1500, contando 4 dias Disney, 1 dia Busch Gardens e 2 dias Universal park-to-park. Esse valor vai depender de quais parques você quer visitar, então pesquise os de seu interesse e o valor de cada um.

Por fim, você vai querer ter dinheiro $$$$ para gastar por lá. Acredite em mim: quando você entrar na Ulta, na loja da Disney e na Forever 21 você vai saber do que estou falando. Lá as coisas são bem baratas, ou pelo menos bem mais baratas do que aqui, então não é preciso MUITO dinheiro para fazer um bom estrago por lá. Eu fui em Dezembro do ano passado, comprei a passagem em Março, e desde então comecei a guardar dinheiro. No total, juntei $2000, e deu pra fazer um bom estrago, principalmente em cosmético. Se você estiver BEM dura, esse valor dá pra sobreviver por lá 15 dias, se alimentando e ainda comprando algumas coisas. Eu não banquei minha comida, então o que eu levei serviu para comprar minhas coisas.

Então, você vai gastar mais ou menos uns R$15 mil, incluso despesas de alimentação e dinheiro para gastar lá. Não é barato, mas sai mais barato do que em uma agência, que cobra um pouco menos que isso sem incluir alimentação todos os dias, dinheiro para compras e te prendendo à agenda deles. O valor também diminui se você for com mais pessoas, porque aí pode dividir hotel e carro. Também não será pago tudo de uma vez, claro, mas eu explico melhor nos posts quando você deve procurar por cada coisa.

E é isso aí! Espero ter ajudado um pouquinho que seja, qualquer dúvida pode deixar nos comentários, e quarta que vem eu falo mais sobre a documentação!

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Carta para o meu antigo eu…

Eu, uns 5 anos atrás.

Eu, uns 5 anos atrás.

Oi, meu bem.

Como você anda? Sei que você tem se sentido sozinha, confusa. Sei que você ainda é nova e que quer abraçar o mundo. Sei que você tem uma vontade enorme de agradar todo mundo. Sei que você tem medo do que está por vir. Mas deixa eu te contar umas coisas.

Daqui um tempo (não muito, para a menina da foto), você não vai mais estar sozinha nesse mundo. Sabe um garoto, que você conheceu anos atrás? Ele vai virar seu melhor amigo e seu namorado. Ele vai ser a melhor coisa que já aconteceu na sua vida e vocês vão passar muito tempo juntos (em 2015, já serão 4 anos).

Você ainda vai aprender muito; a querer agradar a si mesma, a ser mais independente, a pensar por conta própria. Você vai (finalmente) mudar de cidade e vai entrar em uma faculdade pública, não exatamente no curso que você quer hoje. Vai ser difícil, bem difícil, e vai continuar difícil. E eu ainda não sei como você vai se formar. Um dia eu conto isso.

Você vai passar por muita coisa, vai amadurecer e mudar seu jeito. Vai conhecer pessoas maravilhosas, vai deixar de conhecer outras (que no fim, nunca foram tão importantes assim) e vai continuar conhecendo quem realmente valia a pena. Vai continuar amando livros, vai ter mais um blog e vai ter ido para a Disney 2 vezes. Sim! Duas vezes! E sabe esse pensamento de que você ainda se sente muito nova, e que daqui uns anos vai se sentir mais adulta? Em 5 anos, você ainda vai pensar assim.

Você vai aprender a valorizar mais as coisas e as pessoas de um jeito ruim. Vai perder um laço muito importante na sua vida. Mas é assim que a gente cresce.

Sobre querer abraçar o mundo, vou te contar: não dá. Deixa de tentar. Não dá pra agradar todo mundo, pensar em todo mundo, querer tudo. É uma coisa de cada vez, e você vai ver que com o tempo algumas coisas perdem a importância.

Sei que o futuro (ou o passado?) não parece tão bom assim. Mas é, sim. Vai mudar muito, mas hoje eu sei que é bom mudar. Hoje, eu te diria para mudar mais. Para se arriscar mais, tentar mais, se arrepender menos, pensar mais. Te diria para se preocupar menos, esperar menos. Para tentar ser uma pessoa melhor; não para os outros, mas para você mesma.

Sinto muito se não te contei que você ia ganhar na mega sena ou entrar em Harvard, mas acredite em mim: você vai sobreviver.

Com amor,

a futura você.

Essa postagem faz parte do tema da Blogagem Coletiva do grupo

Coisas de Blogueiras e também está presente no grupo Rotaroots.